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02 de October de 2014


Teria dormido ao volante: Guanabara diz que motorista tinha jornada de trabalho normal

07/01/2012 | 14h23min


A empresa de transportes de passageiros, Expresso Guanabara afirmou que o motorista do ônibus, Aderaldo Fernandes da Silva, de 65 anos, que havia sido apontado pelo condutor da Scania como responsável pelo acidente na BR 230 na madrugada de hoje que vitimou 7 pessoas, tinha uma jornada de trabalho normal e havia folgado 17 horas desde sua última viagem.

A Polícia Rodoviária Federal informou na tarde deste sábado (7) que o motorista da Scania envolvida no acidente com um ônibus da Guanabara em Sousa na madrugada deste sábado, não apresentava álcool no sangue.

O condutor da carreta informou à PRF que o ônibus estava na contramão e em alta velocidade e comentou que possivelmente Aderaldo estaria dormindo. Ele comentou ainda que tentou puxar o veículo para o acostamento, mas a lateral do ônibus foi arrancada pela parte traseira da carreta. Entretanto, A PRF aplicou o teste de alcoolemia no motorista da carreta e não foi detectada a presença de álcool no sangue dele.

"O motorista cumpria uma jornada normal de trabalho, tendo tido folga de 17 horas desde a sua última viagem", diz a Guanabara. O motorista do ônibus que transportava 29 passageiros de João Pessoa para Cajazeiras, uma distância de 476 km, ficou preso nas ferragens e morreu no local.


A empresa informou que tomou todas as providências necessárias e montou uma estrutura para recepção dos parentes das vítimas e à família do motorista. "um profissional de excelente conduta durante os seus nove anos de atuação junto à empresa".

O acidente aconteceu no km 463 da BR-230, no município de Sousa, a 434km da capital João Pessoa. A carreta, que tinha placa da Bahia, seguia viagem de Petrolina, em Pernambuco, para Natal.

Aproximadamente 15 pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas pelo Samu ao Hospital Regional de Sousa. A Guanabara também informou que apenas quatro dos feridos ainda estavam no hospital com escoriações e sem risco de morte. Duas delas tiveram que ser submetidas a cirurgias. Os demais já receberam alta.



Redação