Paraquedas não abre e capitão do Exército quebra as pernas e o braço
25/06/2012 | 15h04min
Foto apenas ilustrativa
O capitão do Exército Leonardo Abraão Rodrigues caiu de paraquedas durante a realização de um salto no Campo dos Afonsos, em Sulacap, na Zona Oeste, na manhã desta segunda-feira. De acordo com o Comando Militar do Leste (CML), Leonardo foi vítima de uma pane parcial do paraquedas principal e do reserva. Ele se chocou violentamente contra o chão.
Ainda segundo o CML, o capitão sofreu fraturas nas pernas e em um dos braços. Ele foi removido de imediato para o Hospital Geral do Rio (HGeRJ – Vila Militar). Seu estado de saúde é estável.
Explosão na Vila Militar
O Exército investiga as causas da explosão que matou o jovem Vinícius Figueira Benedcito Eugenio, de 21 anos, e feriu outros 10 alunos da Escola de Sargentos de Logística (EsSLog), na noite da última quarta-feira, no campo de instrução de Camboatá, na Vila Militar, em Deodoro, na Zona Oeste. Em entrevista coletiva concedida no início na quinta, o coronel Abílio Sizino de Lima Filho disse que apenas após a conclusão do inquérito, dentro de 40 dias, será possível identificar as causas do acidente.
De acordo com o militar, ainda não é possível identificar que tipo de artefato provocou a explosão. O coronel também informou que o acidente pode ter sido causado pelo acendimento da fogueira ou por um pisão. "O artefato não poderia estar naquele local. Esse grupo não utiliza explosivos, apenas material para simulação. O acidente ocorreu em uma área onde o grupo se preparava para passar a noite, por volta das 21h. Eles haviam acendido uma fogueira e iriam preparar o jantar quando o artefato explodiu", afirmou.
Sizino de Lima Filho ainda revelou que o último grupo a utilizar explosivos na área onde ocorreu o acidente era formado por homens do Centro de Instrução de Operações Especiais. Eles deixaram o local em 2011. O coronel disse, contudo, que sempre é realizada uma varredura de inspeção após treinamentos com artefatos. O enterro de Vinícius foi enterrado no Cemitério do Caju, na Zona Norte.
O Dia Online