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24 de October de 2014


E-mail da PM traz supostas fotos de policial participando de orgias

17/07/2012 | 00h02min

O e-mail do 6º Batalhão da Polícia Militar do Interior divulgou, no último sábado (16), uma mensagem contendo 13 fotos eróticas de uma suposta policial militar participando de orgias. O e-mail, enviado pelo endereço eletrônico do batalhão de Santos, no litoral de São Paulo, foi endereçado a vários veículos de comunicação da Baixada Santista com o título "Informativo Anual".

Nas imagens, a mulher aparece em fotos eróticas utilizando a farda da Polícia Militar e portando uma arma. De acordo com informações do e-mail, que é oficialmente utilizado para divulgar ações do batalhão, algumas fotos teriam sido tiradas dentro do Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo.

Em nota, a assessoria de imprensa da Polícia Militar afirma que as fotos são montagens que denotam a intenção do autor em difamar a policial. Já em relação ao envio por um e-mail oficial, a Polícia Militar esclarece que o autor utilizou "máscaras oficiais" para "propagar mentiras". A corporação confirma que a oficial em questão existe e diz que está investigando a autoria do e-mail.

Confira as notas na íntegra
"A Polícia Militar informa que este e-mail vem sendo repassado continuamente por uma pessoa que, maldosamente, tenta macular a imagem desta policial militar. As fotos são montagens e denotam a clara intenção de seu autor em difamar esta PM. O e-mail mencionado também é parte desta farsa, na qual ele usa "máscaras oficiais" para propagar suas mentiras. A Polícia Militar investigará a autoria deste e-mail."

"A policial militar existe e trabalha normalmente nas fileiras da instituição. A Polícia Militar trabalhar com algumas linhas de investigação que, em virtude de informações vitais, não passaremos para não atrapalhar os feitos. Este e-mail utilizado para envio é da seção de comunicação social do Batalhão de Santos (6º BPM/I). Esta tem sido uma das formas que o autor do e-mail tem agido para propagar seu veneno: mascarar e-mails como se fosse da Polícia Militar e assim dar credibilidade ao conteúdo."

G1