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Paraíba tem novo superintendente da Polícia Federal; veja quem é

2017-11-22 20:50:00.0

O diretor-geral da Polícia Federal (PF) Fernando Segovia definiu nesta quarta-feira (23) os delegados que vão chefiar a PF em dez estados. Na Paraíba, o nome escolhido por Segovia foi o de André Viana Andrade.  Já o ex-superintendente da Polícia Federal na Paraíba, Cláudio Ferreira Gomes, foi nomeado para Diretoria de Inteligência Policial do órgão.

Segovia decidiu manter seis superintendentes da gestão anterior e trocou quatro.

Mantidos

Os superintendentes que permanecerão são os seguintes:

  • Daniel Justo Madruga (Bahia)
  • Ricardo Andrade Saadi (Rio Grande do Sul)
  • Élzio Vicente da Silva (Distrito Federal)
  • Disney Rosseti (São Paulo)
  • Jairo Souza da Silva (Rio de Janeiro)
  • Delano Cerqueira Bunn (Ceará).

Novos comandos

Foram escolhidos novos superintendentes para os seguintes estados:

  • Paraíba: André Viana Andrade
  • Pernambuco: Cairo Costa Duarte
  • Amazonas: Alexandre Silva Saraiva
  • Maranhão: Cassandra Ferreira Alves Parazi
  • Ontem, Segovia confirmou que vai manter no cargo um dos delegados que coordena os trabalhos da Operação Lava Jato na Polícia Federal - Josélio Azevedo de Souza.

  • O delegado seguirá na Coordenadoria de Combate à Corrupção e ao Crime organizado. Josélio de Souza já chefiou os trabalhos da Lava Jato na PF e agora exerce a chefia dessa coordenadoria. Ele é especializado em investigações sobre desvios de recursos públicos.

  • Fernando Segovia assumiu a diretoria-geral da PF oficialmente na segunda-feira (20/11). Em entrevista logo após a cerimônia de posse, ele disse pôs em dúvida se "uma única mala" era suficiente para apontar se o presidente Michel Temer praticou o crime de corrupção passiva.

  • Em junho, a própria PF – que fez a ação controlada que resultou nas imagens do ex-assessor presidencial e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures recebendo uma mala de R$ 500 mil de um executivo do grupo J&F – concluiu que os elementos reunidos no inquérito permitiram que fossem elaboradas as seguinte conclusões: pagamento de vantagem indevida pelo grupo J&F a Rodrigo da Rocha Loures imediatamente; e a Michel Temer, presidente da República, remotamente, em razão da interferência ou de suposta interferência no andamento do processo administrativo em trâmite na Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Da Redação com G1